Como o oceano pode tornar-se uma nova fronteira energética para o país — com inovação, alianças e visão estratégica.
A transição energética global está em curso — mas o seu sucesso dependerá de soluções diversificadas, limpas e soberanas.
O oceano oferece múltiplas formas de energia: ondas, marés, gradientes térmicos e salinos, ventos costeiros, solar flutuante, biomassa marinha, hidrogénio verde offshore.
Angola tem vastas zonas de plataforma continental, sol abundante e um know-how offshore já instalado.
Mas falta ligar o mar à rede. E para isso, precisamos de visão estratégica.
🌍 Quem já está a fazer acontecer?
🔧 Empresas
Tecnologias inovadoras que já estão a transformar o oceano em energia:
AquaWind Project (UE) – Plataforma híbrida de energia e aquacultura offshore
CorPower Ocean (Suécia/Portugal) – Energia das ondas com elevada eficiência
Eco Wave Power (Israel/Suécia) – Instalações em quebra-mares urbanos (ex: Gibraltar, Leixões)
OW Ocean Winds (Portugal/Espanha) – Parques eólicos flutuantes como o WindFloat Atlantic
SeaH4 (África do Sul) – Produção de e-metanol e combustíveis limpos a partir de macroalgas
Floating Power Plant (Dinamarca) – Combinação de energia das ondas + eólica numa só plataforma
🧠 Hubs de Investigação e Inovação Aplicada
Centros que lideram testes, políticas públicas e transferência de conhecimento:
FORCE – Fundy Ocean Research Center for Energy (Canadá) – Centro global de testes em energia das marés
Blue Economy CRC (Austrália) – Hub interdisciplinar de plataformas energéticas offshore
Cantabria Coastal and Ocean Basin – IHCantabria (Espanha) – Laboratório avançado de testes oceânicos
INESC TEC.Ocean (Portugal) – Referência europeia em tecnologias de energia azul
⚓ Angola tem tudo para se tornar um hub de energia azul no continente — se agir com visão e estratégia:
Plataformas offshore instaladas (TotalEnergies, bp, Chevron, Eni, etc.) podem integrar turbinas eólicas, painéis solares flutuantes ou produção de hidrogénio verde.
Portos e zonas costeiras rasas são ideais para testes de soluções fotovoltaicas marítimas.
Zonas económicas especiais podem albergar indústrias limpas alimentadas por energia do mar.
🔧 Recomendações DOHA
– Realizar um diagnóstico energético-marítimo nacional
– Firmar parcerias técnicas com hubs internacionais e startups
– Criar zonas-piloto costeiras para testes com foco em inovação azul
– Alinhar com Angola Energia 2025 e atrair financiamento climático internacional
– Fomentar um cluster de energia regenerativa azul com universidades, empresas e governo
🌊 A energia azul é mais do que uma solução tecnológica. É uma aposta soberana, regenerativa e estratégica.
🔌 É hora de ligar o mar à rede.

🌀 “Knowledge precedes transformation.”
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